Gestão de MTR com controle total, online e offline

Com a GreenLoggi, o MTR deixa de ser um risco operacional e se torna um ponto de controle estratégico.
Automatize a emissão, utilize MTR provisório com validade operacional e garanta sincronização automática com os órgãos reguladores.

Logística de resíduosControle operacionalRastreabilidade de resíduos
Problema Razão

Sua operação pode estar
exposta a riscos milionários

Na teoria, o MTR é apenas um documento obrigatório.

Na prática, ele é um dos pontos mais frágeis da operação. Quando a emissão depende de múltiplos sistemas, preenchimento manual e dados descentralizados, qualquer falha inicial pode comprometer toda a rastreabilidade. E o mais perigoso é que o problema quase nunca aparece na hora.

Ele cresce silenciosamente até virar risco legal.

A Solução

O MTR deixa de ser um risco
e passa a ser um processo controlado

A GreenLoggi transforma o MTR em um fluxo contínuo e resiliente. A operação existe em uma estrutura própria,
onde cada etapa está conectada e rastreável.Mesmo em cenários de instabilidade, a operação continua ativa com MTR provisório estruturado e vinculado à
operação real. E quando o sistema retorna, tudo é sincronizado automaticamente, sem retrabalho e sem
inconsistências.

Continuidade operacional

A operação não para, mesmo sem conexão com sistemas externos.

Integridade de dados

Todas as informações permanecem vinculadas e rastreáveis.

Regularização automática

Sincronização completa quando o sistema governamental retorna.

Funcionalidades

Tudo que você precisa para
compliance ambiental completo

Da emissão do manifesto ao certificado de destinação, cada recurso existe para manter a rastreabilidade do resíduo sem depender de planilha paralela.

Emissão e Gestão de MTR

Automatize a emissão e tenha controle total sobre cada manifesto, com dados integrados à operação e rastreabilidade desde a origem até a destinação final.

  • Emissão automática a partir de pesagem e dados operacionais
  • Consulta completa com histórico centralizado
  • Monitoramento em tempo real do status dos manifestos

Como o MTR entra no fluxo da operação

O resíduo é carga e passivo ambiental ao mesmo tempo. Quando a logística fica num sistema e a obrigação ambiental em outro, alguém passa o dia reconciliando os dois — e é nessa reconciliação que nascem a inconsistência e o retrabalho.

O dado nasce uma vez

O retrabalho no manifesto quase sempre é redigitação: o mesmo cliente, veículo, motorista e tipo de resíduo cadastrados de novo a cada emissão. Na GreenLoggi esses dados vivem num cadastro só, compartilhado com os módulos de pátio, caçamba e frota, e o MTR é montado a partir deles. Menos digitação é menos divergência para conferir depois.

Do resíduo na caçamba ao certificado de destinação

A coleta na caçamba, a passagem pelo pátio e pela balança, o transporte, o MTR da viagem e o CDF da destinação são etapas do mesmo fluxo. O MTR acompanha a viagem, o CDF prova que aquele resíduo foi destinado corretamente e a DMR consolida o período. Sem manifesto emitido não há certificado para fechar nem declaração consistente.

Logística e meio ambiente na mesma plataforma

Cada estado tem o próprio órgão ambiental, com exigências, formatos e prazos que mudam de um para o outro. O que não muda é a origem do dado: ele vem da operação. Tratar emissão de MTR como parte da rotina logística, e não como tarefa separada de fim de mês, é o que mantém a rastreabilidade de pé.

Perguntas frequentes

O que é o MTR?
MTR é o Manifesto de Transporte de Resíduos, o documento que acompanha o resíduo do gerador até a destinação final. Ele declara o que está sendo transportado, quanto, por quem e para onde, e é a base do controle ambiental sobre o que sai da operação.
Quem precisa emitir o MTR?
As três pontas do transporte respondem por ele: o gerador, que declara o resíduo, o transportador, que leva, e o destinador, que recebe e confirma. A exigência, o formato e os prazos variam conforme o órgão ambiental de cada estado.
A GreenLoggi integra com o SINIR?
Sim. A emissão e a consulta de MTR falam com o SINIR pelo Token de Integração, o mesmo que o portal do órgão gera para o usuário administrador da empresa. Desde agosto de 2026 o SINIR não aceita mais acesso por usuário e senha, e passou a ser esse token que vale.
Qual a diferença entre MTR, CDF e DMR?
O MTR acompanha a viagem do resíduo. O CDF, Certificado de Destinação Final, é a prova de que aquele resíduo foi destinado corretamente e vem depois. A DMR é a declaração periódica que consolida o que foi movimentado. Um alimenta o outro: sem MTR emitido não há CDF para fechar nem DMR consistente.
Como emitir MTR sem retrabalho?
O retrabalho no MTR quase sempre vem de redigitação: o mesmo cliente, veículo, motorista e tipo de resíduo cadastrados de novo a cada manifesto. Na GreenLoggi esses dados vivem num cadastro só, compartilhado com os módulos de pátio, caçamba e frota, e o manifesto é montado a partir deles.
Por que emitir MTR na mesma plataforma que controla a operação?
Porque o resíduo é ao mesmo tempo carga e passivo ambiental. Quando a logística fica num sistema e a obrigação ambiental em outro, alguém passa o dia reconciliando os dois. A GreenLoggi reúne as duas coisas num fluxo só: o mesmo veículo que entra no pátio e a mesma caçamba que é coletada alimentam o manifesto.
A plataforma cobre só o MTR ou o ciclo inteiro do resíduo?
O ciclo: a coleta na caçamba, a passagem pelo pátio e pela balança, o transporte com rastreamento, o MTR da viagem e o CDF da destinação, como etapas do mesmo fluxo e na mesma plataforma.

Etapas vizinhas do mesmo fluxo: CDF e DMR, controle de caçambas e gestão de pátio.